






SOBRE A FLUP
A Festa Literária das Periferias (Flup) nasceu para transformar a literatura em encontro. Desde 2012, ocupa o Rio de Janeiro com a convicção de que as periferias não são apenas um cenário das histórias brasileiras: são um lugar de inventividade, pensamento, imaginação e futuro.
Criada por Julio Ludemir e Ecio Salles (in memoriam), a Festa já ocupou territórios populares como Mangueira, Cidade de Deus, Vidigal, Maré, Museu de Arte do Rio (MAR), Circo Voador e Parque Madureira, colocando a periferia no centro da produção cultural brasileira.
Ao longo de sua trajetória, consolidou um modelo inédito de festival literário, que articula formação, publicação, arte, educação e mobilização social. Mais do que reunir grandes nomes da literatura, tem sido uma plataforma para que novas vozes escrevam, publiquem, ocupem os palcos e reinventem o imaginário do país.
15 anos
promovendo deslocamentos e diálogos literários entre centros e periferias.
200 mil pessoas
é o público estimado que já participou da história da Flup.
37 livros
publicados com autores e autoras de periferias.
1.450 escritores
já se encontraram em mesas de debates do festival.
16 edições
Morro dos Prazeres, Vigário Geral, Mangueira, Babilônia (2x), Vidigal, Cidade de Deus, Maré, Biblioteca Parque, MAR (2x), Edição On Line de 2020, Providência, Circo Voador (Lapa), Madureira e em setembrode 2026, Teatro Carlos Gomes e Praça Tiradentes (Centro).
150 poetas
de 60 países diferentes já se apresentaram nos palcos da Flup.
220 roteiristas
já se formaram no Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para o Audiovisual.

Flup 2026
As Filhas das Filhas das Filhas
Em 2026, a Flup acontecerá de 23 a 27 de setembro e chega à sua 16ª edição guiada pelo tema “As Filhas das Filhas das Filhas”.
Inspirada na obra e na trajetória de Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras e homenageada desta edição, a Festa convida o público a refletir sobre as heranças que atravessam gerações, as histórias que resistem ao apagamento e as mulheres que, ao longo do tempo, deram à luz muito mais do que filhos: deram à luz comunidades, saberes, linguagens, territórios e futuros.
Durante cinco dias, o Teatro Carlos Gomes e a Praça Tiradentes receberão mesas literárias, performances, rodas de conversa, batalhas de rima e de esquetes, lançamentos de livros, slams, afoxés, bênçãos das mais velhas, campeonatos de passinho e altinha, vivências brincantes, feira de baianas e muito samba.
Agora, a Flup celebra as histórias na maré da memória!

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