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Flup 2026
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AS FILHAS DAS FILHAS DAS FILHAS​​

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Em 2026, a Flup acontecerá de 23 a 27 de setembro e chega à sua 16ª edição guiada pelo tema “As Filhas das Filhas das Filhas”.

Inspirada na obra e na trajetória de Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras e homenageada desta edição, a Festa convida o público a refletir sobre as heranças que atravessam gerações, as histórias que resistem ao apagamento e as mulheres que, ao longo do tempo, deram à luz muito mais do que filhos: deram à luz comunidades, saberes, linguagens, territórios e futuros.

Durante cinco dias, o Teatro Carlos Gomes e a Praça Tiradentes receberão mesas literárias, performances, rodas de conversa, batalhas de rima e de esquetes, lançamentos de livros, slams, afoxés, bênçãos das mais velhas, campeonatos de passinho e altinha, vivências brincantes, feira de baianas e muito samba.

Agora, a Flup celebra as histórias na maré da memória!

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SOBRE A FLUP

A Festa Literária das Periferias (Flup) nasceu para transformar a literatura em encontro. Desde 2012, ocupa o Rio de Janeiro com a convicção de que as periferias não são apenas um cenário das histórias brasileiras: são um lugar de inventividade, pensamento, imaginação e futuro.
 

Criada por Julio Ludemir e Ecio Salles (in memoriam), a Festa já ocupou territórios populares como Mangueira, Cidade de Deus, Vidigal, Maré, Museu de Arte do Rio (MAR), Circo Voador e Parque Madureira, colocando a periferia no centro da produção cultural brasileira.
 

Ao longo de sua trajetória, consolidou um modelo inédito de festival literário, que articula formação, publicação, arte, educação e mobilização social. Mais do que reunir grandes nomes da literatura, tem sido uma plataforma para que novas vozes escrevam, publiquem, ocupem os palcos e reinventem o imaginário do país.

Imagem ilustrativa.

15 anos

promovendo deslocamentos e diálogos literários entre centros e periferias. 

 

200 mil pessoas

é o público estimado que já participou da história da Flup.

 

37 livros

publicados com autores e autoras de periferias.

 

1.450 escritores

já se encontraram em mesas de debates do festival.

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16 edições

Morro dos Prazeres, Vigário Geral, Mangueira, Babilônia (2x), Vidigal, Cidade de Deus, Maré, Biblioteca Parque, MAR (2x), Edição On Line de 2020,  Providência, Circo Voador (Lapa), Madureira e em setembrode 2026, Teatro Carlos Gomes e Praça Tiradentes (Centro). 

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150 poetas

de 60 países diferentes já se apresentaram nos palcos da Flup. 

 

220 roteiristas

já se formaram no Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para o Audiovisual.

Lázaro Ramos

Ator e escritor

“Além de tudo que a Flup faz pela promoção da palavra, tem uma coisa que é linda: permanecer. Isso é vitória, a gente tem que celebrar. Desejo vida longa a Flup, porque é um projeto necessário para a palavra, ou melhor, para o bom uso da palavra.”

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